quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Already an old one

Está o convite feito, nunca preencher nenhum papel para. Dou-te um mesada e nisso está o teu trabalho. Coleccionas palavras como "oligofrénico", e expressões como "his master’s voice", e gostas do House, aquele médico coxo, inclusivé na medicina que pratica. Não sei porquê vejo-te com muitas almofadas à volta , não sei porque estou aliás a imaginar isto, bastava perguntar-te – de nós os dois quem tem mais gozo com isto tudo, ou nada. Mas nenhuma lenda se poderá aplicar a desembrulhar este embrulho, palavra mágica ou episódio explicativo em horário de vcr. Aliás, já és uma princesa, nem precisas do meu beijo, para quê preocupar-me então.
Fiquemos por aqui: quem me prepara um café dá-me vida. Dás-me portanto vida. Uma vida pequenina, mas é vida. Assim como um recém-nascido. Chama-se a isto uma transfusão. Podes ficar com o novo uso para esta palavra, que re-inventei agora mesmo para ti.

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