sábado, 3 de outubro de 2009

2ª homenagem a Inês Pedrosa

Claro que uma que outra gravidez era sinal seguro de que por ali havia sexo. Calhava eu não aperceber-me dele.
Lembro-me dum irmão mais velho dum colega meu de turma seguir trilho com frequência com a irmã mais velha de uma minha colega de turma para as dunas da praia, não seriam então ainda oficialmente “divãs”. Dizia ela que iam “espremer os pontos negros”, não centro bem quem a quem, confusa matéria, era ela muito pequenina e ele um rapaz enorme como então ainda não havia muitos, conflito de materiais penso muitos anos depois, quer a minha filha espremer-me os pontos negros, fujo dela como o diabo da cruz. Volto à irmã mais velha da minha amiga para saudá-la pois foi a primeira pessoa a tratar-me pelo diminutivo que hoje ocasionalmente me define e anima. Sempre achei que podia eu ter tido ali uma palavra a dizer, terminou ela educadora de infância ou algo parecido, escolha das mais acertadas, a mim ensinou-me umas coisas.

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