quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Jogo

Eu nem penso sequer que algum dia namores comigo. Meço e continuo a medir. E não passa. Meço e arremesso os braços para um lado e para o outro e não encontro o tempo para nos encontrarmos como soía! Não há! E já antes não havia, as paredes desta habitação bem chegadas umas às outras. Habitar, viver, habituar-se a. E não ser árbitro na questão que sempre se põe: onde começa e termina o jogo?

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