quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

1974

Ser adjunto é estar ao lado de, ser muitas vezes adjunto é estar sempre ali enquanto os outros vão variando, eu explico a diferença. Vejamos por exemplo o teu caso. Foste adjunto várias vezes, foste. Subassinaste várias opções e tendências, resmungaste a tua integridade, subentendeste a tua capacidade e a tua reserva. Que não para sempre serias reservista se percebeu e depois apareceste líder. Dizem com admiração de como resistes, admiram a tua permanência em primeiro lugar. Eu explico: manobraste, és manobrado.

Abril de

Que seria de nós sem o teu interface, é aliás a tua especialidade e aquilo a que mais serias dedicada embora, desculpa o reparo, casada com o subchefe da estação alguma coisa quererá dizer, não? Aliás saberás tu da história mais do que eu, de como o teu sogro era conhecido por entre os maquinistas como o “fura-greves”, o “equilibrista” ou ainda, homenagem a conhecido Presidente da República, o “rolha”, eu chamar-lhe-ia outra coisa, só que o teu marido afincado ao poder encontra-se mas por afiadas garras, deve a geração a seguir aprender alguma coisa com a que precedeu e, analisando bem, que caralho é que tu percebes de interfaces, “mulher de” e mais nada?

25 de

Para o trabalho és conduzido, todo este tempo segundo de uma direcção a quem tudo admites e depois dela herdarás o trono, irmão de quem tudo mexe e com cujo frio olhar as paredes tremendo desabaram e voltaram a ser erguidas, o curso comprado na capital tu e todo o teu grupo, ó pá, vais-me desculpar mas não és nada um gajo porreiro …