segunda-feira, 19 de abril de 2010

Da amiga ou a utilidade dos ratos.

Acontece sempre aquela história da amiga de quem gostamos e achamos piada, apesar de toda a informação negativa, repetidamente fornecida por quem de direito. "Mas não é a tua melhor amiga?" Nada, segue. Mas resistimos. E ao resistir o rato começa a roer a rolha, a pequenina rolha que sela o perfume guardado só para determinadas ocasiões programadas e por programar, cria-se uma fenda, uma saída, o perfume começa a circular, a perder-se, chega um determinado momento e é obrigatório dar-se por perdido, foi-se, kaputt! A amiga ainda tem a sua piada, nem muita nem pouca mas confirmadamente tem, e o torcido nariz ausculta todos os odores que o dia lhe vai fornecendo, seus cambiantes, perfume, nem cheirá-lo!
Dei um exemplo. Outros podia dar em como vivemos rodeados por roedores.

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