quarta-feira, 21 de abril de 2010
Ser médico e internista em enfermaria
É uma droga dura. Fornece abastecimento endorfínico quase permanente. A vida de enfermaria tem enquadramento que permite reforços positivos almost on a daily basis. Grande parte dos internamentos são de relativa fácil resolução, haja as luzes medianamente acesas para a sua decifragem. O rodeio por gente de crepuscular sabedoria e atitude permite também com frequência frequente dizer mal dessa mesma gente e ainda por cima com razão! Estamos a falar de um duplo ou triplo prazer e de aquisição fácil: os internamentos são diários, as asneiras correlativas quase também. Last but not the least há a côrte dos alunos e médicos mais novos a admirar a tua performance, as certezas, a presença de espírito, os ditos e os calamares, and so on. Tu decides, és o especialista, o "truta", mais que cabeça de casal. Que saudades eu tenho da vida de enfermaria. Claro que quem for consultar o ano de blogue "diário médico 2" diria - o rapaz estava desesperado. A verdade é que não sabia o que me esperava na Unidade de AVC. Ah, sim: o dobro do ordenado.
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