sábado, 22 de maio de 2010

O umbigo, o dedo em garra, o coração de lado...

É um turbilhão a quantidade de coisas que te quero dar. Não cessam, entram e saiem da minha cabeça, ficam à minha volta a bailar, é um turbilhão. E isto não pára.
Já preparei as minhas apresentações para amanhã, vou deitar-me. Sempre aquela sensação, deitar-me ao lado da pessoa errada. Amanhã vou estar exausto, o que é fixe. Cada dia que está para vir tem como que um post it, um ressalto, um sublinhado.
Eu sei que isto é mesmo confuso, eu sei que te não é fácil, eu sei que eu também não sou fácil, não me pareço a nada, e vivo a inventar enquanto caminho. Caminho? Caminho sim senhor.
Mas, por favor, não me morras.

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