Os poemas são só poemas. É pendurá-los na parede, é dar-lhes significados. Os poemas, que são só poemas. Um conjunto ordenado de palavras. O que querem dizer, pomos tu e eu creme por cima, ou outro tipo da cobertura, à discrição. E feita a descrição do local, acrescente-lhe cada um o poema que quiser. Ele há... muitos. Poemas, locais. E há os actores. E seus papéis. Que têm aquela traseira porta por onde saiem pensando: "E agora? Mudo? Acabo? Começo?".
Mundo este onde o representar não se acaba. E para quando a própria representação?
quarta-feira, 12 de maio de 2010
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