Os anjos já não voam,
Deitados esperam.
E a ausência que geram
Ao não se quererem
Levantar, cria um buraco mas
Não no espaço-tempo, sim num
Meu dente que morder
Devia em suaves rendas,
Terrenos que me eram de
Vidos e que demasiado alto
Me foram erguidos.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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