domingo, 27 de junho de 2010
Primeira abordagem dos espaços exteriores do Foco.
Por aqui namorei quem acabou por ser perdida, por aqui andei a aprender o verbo, muito depois viriam os complementos. Estranho este espaço, os pequenos declives tão infrequentes nesta cidade. Assim se perde o amor, um deslizar de terras inconsequente, nem duas linhas nos jornais e porém. Outras vezes muro subitamente erguido e o choque frontal. Perde-se igual. Se para tudo há termo e há medida, eu peço, melhor, invoco, para essa tua ferida o fecho e a boa cerzura e para mim nada, vês, nem me mexo... sempre à espera do último primeiro beijo.
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